Anyway, que aconteça, que deixe marcas boas ou más, lembranças, tristes ou alegres, n´importe quoi. Que deixe material para o baú da memória, penso sempre assim, até nas maiores saias justas.
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Anyway, que aconteça, que deixe marcas boas ou más, lembranças, tristes ou alegres, n´importe quoi. Que deixe material para o baú da memória, penso sempre assim, até nas maiores saias justas.
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Eu carrego comigo uma caixa mágica onde eu guardo meus tesouros mais bonitos. Tudo aquilo que eu aprendi com a vida, tudo o que eu ganhei com o tempo e que vento nenhum leva (…) O pouco é muito pra mim. O simples é tudo que cabe nos meus dias. Eu vivo de muitas saudades. E quem se arrebenta de tanto existir, vive pra esbanjar sorrisos e flashes de eternidade.
Acalma esse coração, pequena, que desespero nunca resolveu problema.
“Tô aqui aprendendo que nem todos dão valor ao que você pode oferecer, e acabar demonstrando afeto demais começa a encher o saco, e eu digo tudo isso da minha parte. Chega de ligações, preocupações, sentimentos demonstrados aos extremos. Vou ficar mais relax mesmo… não quer me ligar, não liga, mas também não ligarei. Não quer me ver, não me veja, mas também não sairei que nem doida atrás de você pra saber se a gente vai se ver, que horas é o nosso encontro, não mais.”

"Freud diz algo sobre os bebês: Quando uma criança vê o rosto de um desconhecido e chora, ela não chora por ter medo mas porque o cérebro precisa entender este rosto novo, e o trabalho para a compreensão é incomodo e a faz chorar.
Freud diz que esse sentimento, de desconforto quanto ao desconhecido, continua na vida adulta. Amor, esse sentimento desconhecido que você me apresentou, eu me entrego a ele. Não quero me comportar como uma criança pro resto da vida, quero descobrir o amor como homem, e ao seu lado.
Seu somente."